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Polícia prende bolsonarista que atirou fogos em direção ao STF

Homem identificado como Renan Silva Sena foi detido neste domingo (14/6).

14/06/2020 20h19
Por: Redação1 Fonte: Correiobraziliense
Polícia prende bolsonarista que atirou fogos em direção ao STF

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, neste domingo (14/6), o ativista acusado de atirar fogos em direção ao Supremo Tribunal Federal (STF) e xingar o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), na noite deste sábado (13/6). O homem, identificado como Renan Silva Sena, foi detido por policiais à paisana no Setor de Indústrias Gráficas (SIG). Um vídeo gravado pela equipe do Correio mostra a ação da polícia.

Na filmagem, os agentes surgem em um carro descaracterizado e abordam o homem. No momento da abordagem, Renan estava acompanhado de um grupo de bolsonaristas. O restante dos membros tenta impedir a ação da polícia. Um deles segura na porta dianteira do carro e é arrastado pelo veículo. 

Segundo a PCDF, Renan foi detido por calúnia e injúria. "O acusado, um homem de 57 anos, fez gravação provável na data de hoje (domingo) e realizado na Praça dos Três Poderes nesta capital federal. O vídeo possui proferimento de injuria contra o governador do DF, além de proferir contra as instituições da República Federativa do Brasil (STF e o Congresso Nacional)", diz a ocorrência.

Os policiais que realizaram a abordagem ainda relataram que uma mulher que conduzia o veículo em que Renan estava resistiu a uma ordem de parada, seguiu a viatura, inclusive conduzindo na contramão e expondo outros condutores a risco, e, quando chegou ao Complexo da Polícia Civil, se negou a sair do automóvel, acelerou e bateu contra a viatura. "Ela insistia em não obedecer aos comandos, não colocando as mãos no volante, nem desligando o carro. Se recusou a sair do veículo, estava exaltada, resistiu fisicamente a abordagem sendo necessário a utilização de spray de pimenta por cautela da integridade física dela e dos policiais", acrescenta o documento.

Fogos no STF

Na noite de sábado (13/6), integrantes do movimento “300 do Brasil” — liderado pela ativista Sara Winter — apontaram fogos de artifício para o Supremo Tribunal Federal (STF) e gravaram vídeos para distribuir nas redes sociais com ataques aos ministros e ao governador Ibaneis Rocha (MDB).

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