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Mayara Pinheiro cobra aprovação de PL que concede isenção de ICMS para medicamento mais caro do mundo

Segundo o Ministério da Economia, o medicamento é o mais caro do mundo e custa em torno de R$ 12 milhões.

12/08/2020 16h16
Por: Redação1
Mayara Pinheiro cobra aprovação de PL que concede isenção de ICMS para medicamento mais caro do mundo

A deputada estadual, Mayara Pinheiro (PP), pediu celeridade na aprovação do Projeto de Lei n.º 3363 que autoriza o Estado a conceder isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Interestadual e Intermunicipal e Comunicação(ICMS) sobre o medicamento Zolgensma, usado no tratamento da Atrofia Muscular Espinhal(AME).

Em seu pronunciamento, nesta quarta-feira(12), a parlamentar citou novamente o caso da pequena Isadora Sampaio Thury que precisa fazer uso do medicamento antes de completar 2 anos - limite máximo para que remédio seja liberado. Segundo o Ministério da Economia, o medicamento é o mais caro do mundo e custa em torno de R$ 12 milhões.

A Secretaria de Estado da Fazenda(Sefaz) já havia informado que o Governo do Amazonas aderiu ao Convênio ICMS 52/20 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), porém é necessário que o Projeto de Lei seja aprovado na Casa para que passe a vigorar. 

"Para que haja uma efetivação [definitiva] da isenção do ICMS estadual sobre a medicação já na questão da Isadora, que precisa tomar no final do mês, a gente precisa da aprovação urgente dessa lei autorizativa. Então nesse sentido, apresentei hoje um requerimento de urgência pedindo apreciação dos nobres colegas", pontuou. 

O projeto está tramitando na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a parlamentar pediu que houvesse uma atenção especial da CCJ para acelerar a emissão do parecer. 

"E dessa forma, nós estaremos contribuindo com uma redução de cerca de 30% do valor da medicação somado o incentivo do Governo Federal ao incentivo (da) isenção do ICMS estadual. É uma redução significativa haja vista o valor realmente absurdo da medicação", finalizou.

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